Guia do Pottermore para os anos vinte: Nova Iorque em 1920

Uma mala cheia de monstros fantásticos é o menos – se alguma vez alguma uma cidade conjugou os altos e baixos dos turbulentos anos 20, foi Nova Iorque…

Dificilmente uma década terá tido tantos “nomes” como a que se iniciou a Janeiro de 1920 e terminou em Dezembro de 1929. Conhecida como ” Roaring Twenties”, “Roaring Twenties”, “Golden Twenties”, “Happy Twenties” e a “Jazz Age”, foi definitivamente uma era marcante tanto para a politica, como para arte e moda.

Nova Iorque é o local mais óbvio, já foi a casa doHarlem Renassance, do recente New York Museum of Modern Art e onde ocorreram as corridas para a construção do arranha céus mais alto em “art deco-style”.Foi também o sitio onde os prósperos anos 20 terminaram com um “bang”, quando o Wall Street Crash  iniciou a ” Great Depression”.

Em Fantastic Beasts and Where to Find Them, Newt Scamander chega com a sua mala a Nova Iorque em 1926. Nesta altura, a cidade estava presa pela “Prohibition” à seis anos e “bares de jogo” como o The Blind Pig eram locais comuns ( OK, o The Blind Pig não era bem um local comum). Foi também o local da explosão cultural, conhecida por “Harlem Renaissance”.

No início dos anos 20 o bairro de Manhattan tornou-se o centro da expressão artística para os escritores negros, intelectuais, músicos e os artísticas exploraram novas oportunidades e desafios. O resultado foi o aparecimento de uma nova identidade cultural negra e uma onda produtiva e influente de literatura, musica, arte visual e teatro.

Ross e Grant queriam servir uma New York metropolitana, humorística e interessada em artes em todas as suas variadas formas.Na altura, o modernismo americano começou a aparecer e a exercer a sua força nas artes visuais, desde dos edifícios até aos quadros. Georgia O`Keeffe produzia impressionantes imagens dos arranha-céus de Nova Iorque, e os arquitectos, desses arranha-céu, tornaram-se cada vez mais competitivos na tentativa de criar o mais alto.

Visto por muitos como o pináculo do ” art deco movement”, os arranha-céus construidos nos anos de 1920 eram o topo do design moderno. Eles eram ousados, brilhantes e grandes – e esta corrida para o topo originou alguns dos mais íconicos edificios de Nova Iorque, incluindo o Chrysler Building e o Empire State, ambos planeados mesmo antes do final dos anos 20.

De volta ao chão – em certos casos, na verdade é debaixo do chão- existiam bares de jogo em Nova Iorque que prosperavam. Musica e dança uniam-se à venda ilegal de álcool, criando algumas dos mais famosos locais e apresentando os músicos mais constantes dos ” Jazz Age`s”, incluindo Ella Fitzgerald, Louis Armstrong e Duke Ellington. Apesar de ser a casa de alguns dos melhores entretainers negros da era, alguns dos clubes mais famosos de Nova Iorque restringiam a entrada a apenas pessoas caucasianas – como o Harlem’s The Cotton Club.

Tina and Queenie magically changing their outfits

No ultimo ano da década, dois eventos tiveram lugar em Nova Iorque que ajudaram a resumir esta década tumultuosa e a  particular influência no alargamento da cultura americana. Em Outubro de 1929, a Wall Street Crash – também conhecida como a Black Tuesday, foi a mais devastadora crise económica na história dos Estados Unidos – anunciando assim o fim dos prósperos anos 20 e conduzindo o mundo para a “Great Depression”. Nove dias depois, no dia 7 de Novembro, o New York’s Museum of Modern Art abriu as suas portas pela primeira vez com o patrocínio de três mulheres – Miss Lillie P Bliss, Mrs Cornelius J Sullivan and Mrs John D Rockefeller, Jr.

Desta forma vemos que os anos 20 foram uma altura de grandes contradições, de fantásticos “altos” e devastadores “baixos”. Boa Sorte Newt…

 

Fonte: Pottermore

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